sexta-feira, 22 de abril de 2011

Tigre - Panthera tigris



Tigre (Panthera tigris) é um mamífero da família dos Felinos ou Felídeos. É uma das quatro espécies dos "grandes gatos" que pertence ao género Panthera. Os tigres são predadores carnívoros.

Um macho adulto pesa em média 300 kg. São caçadores noturnos e apesar de seu grande tamanho, podem se aproximar de suas presas em completo silêncio, antes de se precipitar sobre elas a curta distância. Entre os carnívoros terrestres eles têm os maiores dentes que podem chegar a 10 cm e as maiores garras atingindo os 8 cm. A força da sua mordida é uma das mais fortes entre todos os felinos.

Ele é um grande nadador, eles usam isso para se refrescarem. Já aconteceu de tigres nadarem mais de 5km. Alem disso são ágeis e velozes, capazes de andar em terrenos rochosos e subir em arvores com troncos grossos (apesar não subirem com freqüência, sendo relativamente raro já que nunca tem motivos para subir). São caracterizados por suas listras, cada tigre possui um padrão, são como nossas digitais.

Há nove subespécies distintas de tigre, três das quais estão extintas. Ocupavam historicamente uma extensa área que englobava a Rússia, Sibéria, Irã, Cáucaso, Afeganistão, antiga Ásia Central Soviética, Índia, China, todo o sudeste da Ásia e Indonésia (ilhas de Sumatra, Java e Bali). Hoje em dia se encontram extintos em muitos países da Ásia. Estas são as subespécies sobreviventes:


1 Subespécies 
1.1 Tigre-siberiano
1.2 Tigre-do-sul-da-china
1.3 Tigre-da-indochina
1.4 Tigre-de-sumatra
1.5 Tigre-de-bengala
1.6 Tigre-malaio
1.7 Tigre-de-bali †
1.8 Tigre-de-java †
1.9 Tigre-do-cáspio ou Tigre Persa 



Crocodilo de água salgada!

Nome científico: Crocodylus porosus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Crocodylia
Família: Crocodylidae
Género: Crocodylus
Espécie: C. porosus

Distribuição

Estes répteis gigantes habitam um pouco por todo o Norte da Austrália e ainda no Bangladesh, Brunei, Myanmar, Burma, Camboja, China, Índia, Ilhas Andaman, Indónesia, Malásia, Palau, Ilhas Carolina, Papua, Nova Guiné, Filipinas, Singapura, Sri Lanka, Ilhas Salomão, Tailândia, Vanuatu e também nas Ilhas Banks.

Outros Nomes
Crocodilo-do-estuário, Crocodilo-do-Indo-Pacífico, Singapore Small Grain, Saltie, Baya, Buaja, Buaya maura e Gator.

Quase extinto
Esta espécie esteve quase à beira da extinção em alguns locais, já que havia muitos relatos de ataque a humanos. Como represália, os habitantes caçaram crocodilos durante largas dezenas de anos de uma forma intensiva. No entanto, uma lei do governo australiano do início dos anos 70 do século XX, veio proteger esta espécie. Agora, é possível encontrar grandes concentrações destes animais em várias zonas no Norte do território australiano, em alguns casos competindo com os humanos por zonas onde nunca se tinha registado a presença destes animais. Isto porque, apesar de serem encontrados maioritariamente em zonas de água salgada ou salobra, estes animais podem viver em água doce como qualquer outro crocodilo. São também frequentes os relatos de avistamento de grandes crocodilos a dezenas de quilómetros da costa, em pleno oceano.

Alimentação
Como todos os crocodilos, esta espécie ataca qualquer animal que se aproxime da berma da água, seja um canguru, uma cabeça de gado, um cão ou mesmo um Homem, é apenas o seu instinto de sobrevivência a impeli-los para o alimento.

Tamanho e peso
Um crocodilo de água salgada pode atingir os 7 m de comprimento e pesar mais de 1000 kg.


Cobra - rei


Nome científico: Ophiophagus hannah 

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Serpentes
Família: Elapidae
Género: Ophiophagus
Espécie: O. hannah

Outros nomes
Cobra-real

Distribuição
A cobra-rei vive no Sudeste asiático, nomeadamente na Índia, onde abunda e é venerada em alguns locais, na China, na Malásia e nas Filipinas.
É considerada uma das cobras mais venenosas do mundo.

Alimentação
A base da alimentação destes animais são os roedores, outros répteis e também batráquios.

Estado de conservação
Desconhecido.

Reprodução
Põe entre em média 24 ovos, e fica enroscada nos ovos até que estes ecludam, o que dura entre 60 e 80 dias.

Tamanho
As cobras desta espécie podem ultrapassar os 5,5 metros de comprimento.

Longevidade
Esta cobra tem uma esperança de vida que ronda os 20 anos.

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Unicórnio asiático uma espécie rara!


De acordo com especialistas, há menos de cem indivíduos desta espécie na natureza e nenhum deles sobreviveu ao cativeiro.

Uma reserve natural foi criada no Vietnã para a preservação a espécie saola, criticamente em risco de extinção. Os saolas se parecem com veados ou antílopes com dois chifres, mas é localmente conhecido como “unicórnio asiático”. 

Acredita-se que existam menos de cem indivíduos que são ameaçados principalmente por caçadores que querem seus chifres. De acordo com o grupo ambientalista WWF, nenhum sobreviveu em cativeiro.

Saola são animais reservados e vistos raramente -- nenhum biólogo conseguiu registrá-lo na vida selvagem. Por conta desta característica, eles foram comparados aos unicórnios, apesar do fato de que eles têm dois chifres e não serem aparentados com equinos.

A área reservada na província de Quang Nam é rica em biodiversidade e estima-se que abrigue de 50 a 60 saolas, disse Pham Thanh Lam, diretor do Departamento Florestal da província. A reserva de 15.800 hectares está localizada nas montanhas Annamite, ao longo da fronteira com o Laos.

Último grito pelos primatas






O Jardim Zoológico orgulha-se de participar na campanha de sensibilização e conservação, promovida anualmente, pela Associação Europeia de Zoos e Aquários (EAZA). Um Último Grito pelos Primatas! é o mote da campanha dedicada aos grandes primatas e gibões – Hominóides: chimpanzés, gorilas, orangotangos e gibões.

Esta campanha de conservação tem como principal objetivo contribuir de forma significativa, contínua e duradoura para a sobrevivência destas espécies e dos seus habitats. A sua missão passa por aumentar a proteção do habitat e reduzir a perda do mesmo, reduzir a caça e o comércio ilegal destas espécies, alterar o padrão comportamental dos consumidores e reduzir a pressão sobre estes animais e os seus habitats. Conseguir angariar donativos para um fundo de conservação destas espécies in-situ (no habitat natural) é, assim, fundamental para o sucesso da Campanha.

Todos estão ameaçados e quase todos em perigo ou criticamente em perigo de extinção, de acordo com a UICN (União Internacional da Conservação da Natureza). Por isso é necessário atuar com urgência, principalmente em relação a algumas espécies.
Uma das principais ameaças aos grandes primatas é a exploração mineira. A tantalite (mineral utilizado no fabrico computadores e telemóveis) é extraída de uma reserva natural para o gorila-das-terras-baixas, na República Democrática do Congo, destruindo o seu habitat. Como consequência, nos últimos anos esta população diminuiu 80% nesta área. 

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Técnica oriental: passo a passo ensina a cultivar um bonsai

Importante tutorial pra iniciantes

O bonsai é uma técnica oriental que controla o crescimento de qualquer tipo de planta, de preferência nativa, mas não a genética da mesma. Por meio desse processo, flores e frutos continuam do mesmo tamanho, apenas a folhagem é reduzida. Segundo o técnico de jardinagem Inar do Santos Mosca, "o bonsai recria os acidentes da natureza". Tudo é feito para que pareça o mais natural possível.

Fabiano Cerchiari/UOL


Veja o tutorial completo - Clique Aqui.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Fóssil revela como ocorreu evolução do ouvido dos mamíferos


Transição do ouvido dos répteis para os mamíferos era um mistério.
Esqueleto de espécie desconhecida foi encontrado na China.



Um fóssil preservado de uma espécie até agora desconhecida ajudou cientistas a desvendar um mistério de quase 160 anos: como ocorreu a formação do ouvido médio dos mamíferos. O segredo estava escondido na mandíbula do animal de 120 milhões de anos.
O autor do estudo, Jin Meng, explicou ao G1. “Esse fóssil nos oferece pela primeira vez os detalhes da transição da formação do ouvido médio”, disse ele, que trabalha no Museu de História Natural de Nova York, nos Estados Unidos, e é parte da Academia Chinesa de Ciências.

Esqueleto preservado do animal ( Foto: Divulgação/Nature)

Os paleontólogos sabiam que os répteis têm apenas um osso pequeno – um “ossículo”, chamado de “estribo” -- no ouvido médio. E que os mamíferos, como nós, possuem múltiplos ossos como esses – os principais, conhecidos como “estribo”, “bigorna” e “martelo” (eles recebem esses nomes porque, de fato, se parecem com esses objetos).
Como uma coisa evoluiu para a outra, no entanto, era um mistério para o qual os cientistas possuíam somente hipóteses. Apenas agora, com a descoberta de uma espécie inédita na China, conhecida como Liaoconodon hui, “evidências inequívocas”, como diz Meng, foram encontradas.
O bicho mostra como uma estrutura conhecida como “cartilagem de Merckel” serviu de “ponte” para a formação de ossos que serviam tanto para a mastigação quanto para a audição.
“A formação do martelo, estribo e bigorna é uma das distinções clássicas entre répteis e mamíferos”, explica Meng.
Segundo o pesquisador, o estudo foca em uma “pequena, mas importante” parte do esqueleto do Liaoconodon hui, e que outras descobertas sobre a evolução dos mamíferos ainda podem surgir do espécime.